O Acre não emplacou nenhum representante no Índice de Visibilidade Turística (IVT) de 2026, ranking que lista os 50 destinos brasileiros mais desejados para o ano. O levantamento, que utiliza dados de plataformas globais e rankings internacionais, mostra que o estado ficou de fora em um momento de expansão do turismo nacional, marcado pelo aumento da circulação de turistas entre regiões e pelo fortalecimento de destinos de natureza e experiência.
A análise técnica do índice levou em conta fatores críticos como a realização de eventos de grande porte, avaliações em sites de viagens e a diversidade de atrativos locais. Cidades como Fortaleza, Salvador e Recife consolidaram-se como destinos favoritos, enquanto o ecoturismo impulsionou locais como Fernando de Noronha e Gramado. O estudo reforça que a capacidade de atração de um destino está diretamente ligada à facilidade de acesso e à presença em guias turísticos mundiais.
Para o setor, a ausência do estado reflete a necessidade de maior investimento em promoção e logística, uma vez que o mercado atual privilegia destinos com alta conectividade aérea. Embora o turismo em áreas de floresta e praias menos exploradas esteja em alta, o relatório do Brasil em Mapas indica que a competitividade internacional exige que os destinos da Amazônia superem gargalos de infraestrutura para converter o interesse em fluxo real de visitantes.
