Acre registra rendimento per capita de R$ 1.392 e segue abaixo da média nacional

O Acre apresentou um rendimento mensal domiciliar per capita de R$ 1.392 em 2025, segundo dados atualizados pelo IBGE. O valor coloca o estado significativamente abaixo da média brasileira, que é de R$ 2.316, evidenciando os persistentes desafios econômicos da região. Esse índice, calculado pela soma dos rendimentos da residência dividida pelo número de moradores, é fundamental para o balizamento de políticas públicas e a destinação de recursos federais conforme a necessidade socioeconômica local.

No panorama da Região Norte, o desempenho acreano revela uma desvantagem em relação a quase todos os vizinhos. O estado possui rendimento inferior ao de Rondônia (R$ 1.991), Roraima (R$ 1.878) e Amazonas (R$ 1.484), superando apenas o Pará e o Amapá dentro do bloco setentrional. O cenário reforça a urgência de estratégias governamentais focadas na geração de emprego e renda para elevar o patamar financeiro das famílias acreanas frente aos estados da mesma região.

A discrepância acentua-se ainda mais ao observar os extremos do ranking nacional: enquanto o Distrito Federal lidera com o maior rendimento do país (R$ 4.538), o Maranhão figura na base com R$ 1.219. Os números do IBGE servem como um alerta para os gestores públicos sobre a necessidade de reduzir os contrastes regionais, garantindo que estados como o Acre recebam investimentos proporcionais às suas realidades para mitigar as disparidades financeiras históricas.

Acre registra um dos menores rendimentos domiciliares do país, aponta IBGE

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