A acessibilidade e a valorização da cultura regional são os pilares da entrega do novo Palácio Rio Branco, ocorrida nesta sexta-feira, 20. O monumento histórico recebeu intervenções estruturais para garantir que pessoas com deficiência possam transitar plenamente pelo espaço, utilizando rampas e elevadores instalados de forma harmônica com o projeto arquitetônico tombado.
Para a gestão cultural do Estado, a reabertura vai além de uma obra de engenharia, representando um resgate da “história de luta” da região. O espaço agora revitalizado integra elementos da identidade acreana, como referências ao extrativismo e aos povos originários, mantendo as características clássicas que remetem à influência europeia da época de sua construção original.
A conclusão das obras encerra um ciclo de cuidados com o patrimônio que, historicamente, levou cerca de 20 anos para ser erguido entre as gestões de Carneiro e Guiomard Santos. Segundo a Fundação de Cultura Elias Mansour, a preservação do local é fundamental para manter viva a memória coletiva e demonstrar o valor da trajetória política e social do Acre para as futuras gerações.
