O Governo do Acre, por meio da SEE, está intensificando a aplicação das Leis 14.164/2021 e 14.986/2024, que tornam obrigatório o ensino da prevenção da violência contra a mulher e a valorização da história feminina nas escolas. Através do projeto “Juventudes que transformam”, equipes de direitos humanos realizam oficinas práticas com estudantes da rede estadual. O ciclo atual de atividades começou pela Escola Armando Nogueira (Cean) e foca na formação de alunos multiplicadores para combater o feminicídio e o preconceito racial.
A metodologia do projeto prioriza o eixo da prevenção, utilizando a escola como um espaço de convivência estratégica para formar cidadãos conscientes. A assessora pedagógica Mirna Justa destaca que a formação aborda especificamente a vulnerabilidade da mulher negra, visando dar visibilidade a quem mais sofre com a violência. Estudantes que participaram da dinâmica, como a aluna Lívia Dominguez, reforçam que o uso da educação desde a base é a ferramenta mais eficaz para quebrar o ciclo de violência em um mundo cada vez mais conectado e visível.
A ação é coordenada por agentes de Governança Regional e assessores pedagógicos, garantindo que o conteúdo esteja alinhado à Política Nacional de Equidade e Educação para as Relações Étnico-Raciais (PNEERQ). Além das oficinas já realizadas, o cronograma da semana prevê a expansão dos debates para outras unidades de ensino da capital, consolidando o tema como parte integrante do currículo escolar e do cotidiano dos adolescentes acreanos.
Com informações de Agencia de Noticias do Acre
