Maternidade Marieta Cameli abre as portas com foco em atendimento humanizado

A segunda-feira (30) marcou o início de uma nova era para a saúde da mulher no Acre com a entrega da fase ambulatorial da Maternidade Marieta Messias Cameli. Localizada na Avenida Presidente Médici, a unidade foi projetada sob conceitos de sustentabilidade e funcionalidade, visando oferecer um ambiente acolhedor para gestantes e recém-nascidos. O governador Gladson Cameli enfatizou que a obra concretiza o compromisso de reduzir as desigualdades sociais através de serviços públicos de qualidade.

A escolha do nome da unidade é uma homenagem à avó do governador, simbolizando a força das mulheres amazônidas. “Minha avó deu à luz em condições precárias no seringal; esta maternidade é a prova de que nossa gestão prioriza a dignidade”, declarou Cameli. A vice-governadora Mailza Assis reforçou que o espaço garante um início de vida mais seguro para as crianças acreanas, unindo tecnologia de ponta e cuidado afetivo.

Para as pacientes, a mudança já apresenta resultados visíveis. Bianca Taline de Almeida, mãe de dois filhos, elogiou o novo espaço por ser mais amplo e organizado do que a estrutura antiga. O prédio conta com setores de apoio diagnóstico e logística planejados para evitar filas e agilizar o acompanhamento pré-natal, fator crucial para a redução da mortalidade materna e infantil no estado.

Além da maternidade, o governo anunciou a expansão do atendimento no Segundo Distrito com uma nova policlínica de R$ 12,7 milhões. A estrutura no bairro Belo Jardim terá capacidade para oferecer consultas e exames especializados, integrando a rede de saúde local. Segundo o Secretário de Saúde, Pedro Pascoal, a estratégia é criar “pontos de atenção” que aproximem o médico do cidadão, especialmente em áreas antes desassistidas.

O projeto completo da maternidade prevê uma estrutura robusta com 16 salas de pré-parto e a “Casa da Gestante, Bebê e Puérpera”. Com recursos federais e estaduais garantidos, a obra segue para sua terceira etapa de construção. A gestão reafirma que a prioridade absoluta é o fortalecimento de uma rede de saúde humana e eficiente, capaz de atender não apenas a capital, mas também pacientes de municípios vizinhos e regiões de fronteira.

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