Vítima de explosão doméstica não resiste aos ferimentos; outra mulher segue na UTI

O falecimento de Maria Natividade Leite, ocorrido nesta segunda-feira (9), marca o desdobramento mais trágico da explosão que feriu oito pessoas no último mês em Rio Branco. A vítima de 59 anos lutava pela vida desde o dia 22 de fevereiro, após ser atingida por chamas causadas pelo uso indevido de álcool automotivo em uma residência. Maria teve ferimentos graves no rosto e tórax e, apesar do suporte avançado no Pronto-Socorro, não resistiu às complicações clínicas resultantes das queimaduras e do tratamento intensivo.

O acidente mobilizou uma grande operação de socorro na época, com equipes do Samu atendendo feridos como o segurança da Aleac, Vicente Vieira de Oliveira, e outros seis convidados da confraternização. A explosão gerou um efeito em cadeia que atingiu quem estava próximo ao tacho de cozinha, resultando em múltiplas internações. Atualmente, a atenção médica volta-se para Katiucia de Souza Barboza, que continua sob cuidados rigorosos na UTI, sendo a última paciente em estado crítico decorrente deste mesmo episódio.

As circunstâncias da tragédia, ocorridas em um momento de lazer, chamam a atenção para a gravidade das queimaduras provocadas por agentes inflamáveis. No dia do ocorrido, as vítimas foram distribuídas em macas de suporte básico e avançado devido à extensão dos danos corporais, que variaram de abdômen a membros superiores. A perda de Maria Natividade comove familiares e amigos, enquanto as autoridades de saúde monitoram a evolução dos demais sobreviventes que ainda recebem assistência hospitalar.

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